quinta-feira, 29 de julho de 2010

Saiba quais os hábitos que podem encurtar a carreira de executivos. De acordo com estudo, os hábitos de vida não saudáveis são os principais vilões da saúde desses profissionais

Os executivos podem ter a vida profissional encurtada devido a problemas de saúde. Ao menos é o que indica pesquisa realizada pela Omint, operadora de saúde especializada no segmento de alta renda.

De acordo com o estudo, que ouviu 12.057 executivos que ocupam postos de trabalho situados entre a alta gerência e a diretoria de grandes companhias brasileiras, os hábitos de vida não saudáveis são os principais vilões da saúde desses profissionais.

Além de encurtar a carreira, quem não controlar os hábitos de vida e os fatores de risco poderá se transformar em um custo elevado para a empresa, já que as despesas com saúde já são a segunda maior das companhias, perdendo somente para os salários.

Problemas

De acordo com o diretor médico da Omint e coordenador do estudo, Caio Soares, 95,83% dos executivos não conseguem manter uma alimentação equilibrada, sendo que somente 26,03% estão efetivamente buscando solucionar o problema.

Outros 38,96% dizem pensar muito sobre o assunto, mas não tomam nenhuma atitude, enquanto que 24,12% pensam pouco no assunto e 5,37% não se preocupam.

No que diz respeito ao sedentarismo, que atinge 43,61% dos entrevistados, 37,39% dizem estar enfrentando o problema de alguma forma; 43,82% afirmam pensar muito sobre o assunto; 15,06% pensam pouco e 2,68% não pensam nisso.
Outros problemas
Dentre os maus hábitos de vida dos executivos, o estudo da Omint apurou ainda que 31,78% deles apresentam níveis elevados de estresse e 12,88% são fumantes.

Neste último caso, apenas 8,63% estão tentando parar; 50,93% pensam muito sobre o assunto, enquanto que aqueles que pensam pouco a respeito ou admitem não se preocuparem com o fato correspondem a 30,78% e 8,05% dos fumantes entrevistados, respectivamente. 

Doenças

Segundo Soares, os hábitos de vida dos executivos fazem com que 18,74% deles tenham excesso de peso e 10,87% possuam risco cardiovascular aumentado, apresentando pelo menos dois dos seguintes problemas: hipertensão arterial, hipercolesterolemia, tabagismo e antecedente familiar de doenças coronária.

Abaixo, algumas das doenças que mais afetam os executivos brasileiros:

Doenças que atingem executivos brasileiros:

Doença / Percentual

Rinite 28,14%
Alergia de pele 22,60%
Dor no pescoço ou ombros 19,70%
Excesso de peso 18,74%
Ansiedade 17,31%
Dor de cabeça frequente 16,77%
Problemas de visão 13,91%
Asma ou bronquite 11,78%
Colesterol alto 11,78%
Insônia 10,96%
Dor crônica nas costas 9,08%
Pressão alta 9,02%
Dor nos braços ou mãos 8,90%
Depressão 7,40%
Doença da tireóide 5,10%
Diabetes 2,55%


Fonte:  Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vida pessoal e carreira: ainda dá tempo de planejá-las com sucesso!


Os seis meses iniciais de 2010 já foram embora, e a sensação de não ter realizado nenhum plano bateu? É nessa hora que você se dá conta de que não começou aquele curso que queria, não trocou de carro, não foi promovido, enfim, não deu início a absolutamente nada do que planejou.

Mas não se desespere, pois ainda dá tempo de começar a 'bolar' os novos planos para os meses que estão vindo. Pelo menos é isso o que garante o fundador da Triad PS, empresa especializada em programas e consultoria na área de produtividade, Christian Barbosa.

Segundo o executivo, a recomendação às pessoas é que realizem ao longo do ano dois planejamentos anuais. O melhor momento para começar a desenvolver os planos realmente é o final do ano, época em que todos estão pensando nos desafios a serem vencidos para o seguinte. Porém, para a segunda parte do planejamento, avalia Barbosa, o mês de julho é o melhor para colocar os planos no papel.

Exercícios
A ideia, explica o especialista, é reservar de vinte a trinta minutos para colocar em prática um exercício muito simples de planejamento pessoal e profissional. Pegue uma folha de papel em branco para rabiscar suas ideias e depois transfira estes dados para sua agenda ou sistema de planejamento. Basta trabalhar nas questões abaixo, desenvolvidas e escritas por Barbosa.

Que áreas da sua vida você precisa dedicar mais ou menos tempo? A dica neste caso é fazer uma lista dos papéis da sua vida (pai, mãe, profissional, etc) e criar duas colunas: Fazer e Parar. Na primeira, escreva as atividades que precisa fazer por cada um destes papéis, coisas bem específicas e não contemplativas (em vez de "Ler Mais", coloque "Ler o livro X"). Na segunda coluna, coloque as coisas que você faz, mas que não geram nenhum resultado.

Pense na meta - Seja limitado na quantidade de metas. Se tiver uma, ótimo, se tiver quatro, talvez não seja viável. Pense no número adequado para você. O mais importante nesse momento é o plano de ação, ou seja, as tarefas que vão fazer com que você saia do lugar. Esse é um bom momento para rever as promessas e checar o que andou e o que não andou. É simples, se não andou, é porque o plano de ação está mal feito ou a meta é inviável.

Mente antecipada - Pense em datas especiais para o próximo semestre, como, por exemplo, entregas de projetos importantes, idas ao médico para exames de rotina e etc. Procure antecipar ou agendar atividades que devam ser feitas até o final do ano, assim você prioriza o importante, evita deixar para a última hora e fica com a certeza de que está no controle do seu tempo.


Fonte: Infomoney

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Brasil, bola da vez

Pesquisa revela a opinião e os planos de investidores e profissionais de RI em relação aos megaeventos esportivos

Os megaeventos esportivos mundiais são reconhecidos globalmente por influenciar o desempenho econômico, político e social de um País. Tomando como ponto de partida esse grau de relevância, a Deloitte, em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), elaborou a pesquisa "Brasil, bola da vez – Negócios e investimentos a caminho dos grandes eventos esportivos", que traz informações sobre como a realização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016 deve influenciar na tomada de decisões de companhias representadas pelos profissionais de RI e como os investidores pretendem apostar nesses eventos.

Apesar dos dois eventos tenderem a influenciar a economia e os negócios do País desde já, apenas 12% dos profissionais de RI entrevistados, que representam companhias abertas atuando no Brasil, afirmaram possuir um plano específico de atuação em andamento. Outros 14% já possuem um plano específico a ser implantado, enquanto 35% disseram que planejam se preparar. A pesquisa detectou ainda que 21% dos RIs não pretendem elaborar ou implementar um plano específico de atuação junto às oportunidades geradas por esses eventos.

Entre as questões que esses públicos consideram essenciais para que o Brasil realize de maneira satisfatória os megaeventos, estão a capacidade das cidades-sede em concluir seus projetos e a administração dos investimentos públicos aplicados nesses eventos.

Apesar de muitas dúvidas, os RIs precisam estar atentos às oportunidades que os megaeventos podem trazer para suas empresas. Os investidores - também entrevistados na pesquisa - já demonstram interesse e começam a agir. Um total de 58% afirmou que pretende investir na Copa de 2014. Já para a Olimpíada de 2016, 61% já mostram interesse em futuros investimentos.

A pesquisa aponta que os investidores já começaram a avaliar projetos. No segundo semestre de 2010, 24% dos investidores respondentes manifestaram intenção de investir nas oportunidades geradas pela Copa do Mundo de 2014. Já no segundo semestre de 2011, este percentual cresce para 65%. Com relação à Olimpíada, no primeiro semestre de 2012, 26% têm intenção de investir. Para o início de 2013, esse número cresce para 63%. Assim, quanto antes os RIs saírem na frente, melhores oportunidades de investimentos podem ser negociadas.

Cerca de 70% dos profissionais de RI entrevistados afirmaram que ainda não percebem essa demanda em suas empresas, uma vez que os investidores nacionais e estrangeiros ainda não os procuraram.

Setores – Tanto para os investidores quanto para os RIs, os setores que mais devem crescer em razão dos grandes eventos de 2014 e 2016 são a indústria de construção (65%), turismo, hotelaria e lazer (55%) e, em terceiro lugar, transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária (53%). Os serviços públicos e privados de segurança ficaram por último, com apenas 7%. Apesar de saúde estar entre os itens possíveis de crescimento propostos pelo estudo, o setor não foi assinalado.

Planejamento – Quando questionados sobre como será a preparação do Brasil para a Copa do Mundo em comparação aos demais países que já sediaram o evento, apesar de a maioria acreditar que planejamento, cumprimento de prazos e despesas serão inferiores (42%, 55% e 75% respectivamente), os RIs avaliam que o retorno dos investimentos das empresas será melhor ou equivalente aos demais países, com 85%.

Já sobre os aspectos positivos a serem proporcionados para o Brasil no longo prazo, 67% dos RIs responderam que será a melhoria da imagem brasileira no exterior, enquanto 63% acreditam na qualificação do País como pólo turístico mundial. Um total de 54% apostam na internacionalização do País como a principal vantagem.

Mercado de capitais – Quanto aos desafios para sediar os megaeventos esportivos, eles são muitos, segundo os RIs. Entre os pontos mais desafiadores estão garantir a infraestrurua geral e o cumprimento dos parâmetros estabelecidos para os eventos; assegurar os compromissos assumidos pelo Governo e ainda as responsabilidades e a coordenação eficiente entre os níveis de Governo. Todos eles com praticamente 100% das respostas. A ampliação da capitalização das empresas por meio do mercado de capitais é a ação menos desafiadora para os respondentes.

A pesquisa foi realizada entre os meses de abril e maio de 2010 com a participação de 60 profissionais de RI e 36 agentes investidores. A amostra contempla todos os setores econômicos, com destaque para bancos e serviços financeiros, energia, construção e materiais e serviços de transporte (66% do total).

Fonte: Deloitte / Administradores.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Quais são os seus hobbies? Saiba o que os recrutadores avaliam com esta pergunta


Quem já participou de uma entrevista de emprego sabe que não raro são feitas as perguntas: "Quais são os seus hobbies?" ou "O que você gosta de fazer nas horas vagas?". Nesta hora, apesar da simplicidade da questão, muita gente se atrapalha e fica na dúvida sobre qual a intenção do recrutador ao fazer o questionamento.

De acordo com a gerente de projetos da Foco Talentos, Fábia Cristina Barros, este tipo de pergunta serve para dar evidências comportamentais sobre o candidato, fazendo com que o recrutador saiba como ele funciona socialmente.

Já a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Cláudia Callé, lembra que o recrutador também pode questionar sobre situações passadas para obter as mesmas informações.

"Para saber mais sobre as características comportamentais do candidato, o recrutador também pode pedir para que ele descreva situações passadas, como por exemplo uma situação em que a pessoa teve de exercer a liderança", explica Cláudia.

Sinceridade
Independentemente se a pergunta for direta ou não, as duas especialistas lembram que o candidato sempre deve ser sincero nas suas respostas.

"Muita gente tenta adequar as respostas, de acordo com o que elas acreditam que o recrutador queira ouvir. Entretanto, isso é um erro, pois em outras etapas do processo o candidato pode se contradizer e assim irá diminuir suas chances de conquistar a vaga. Além disso, o profissional nunca sabe o que o recrutador está precisando", diz Fábia.

Abaixo alguns hobbies listados por Fábia e o que eles podem passar para o recrutador.

Futebol: facilidade para trabalhar em equipe e liderança;
Quebra-cabeças: facilidade de concentração e alto poder analítico;
Plantas: sensibilidade, paciência e determinação;
Maratona: determinação, superação e disciplina;
Leitura: alto poder de concentração;
Cinema: alto poder de análise;
Pintura: facilidade de concentração e apego aos detalhes;
Fotografia: sensibilidade e visão analítica.

Fonte: Infomoney / Gladys Ferraz Magalhães