sábado, 31 de março de 2012

Dicas para escolher o melhor home broker

Em uma única plataforma de investimento online, é possível comprar e vender ações, opções, fundos, títulos públicos e contratos futuros.   Em caso de queda no sistema, o cliente de Home Broker ainda pode recorrer à Mesa de Operações da corretora

São Paulo - A internet mudou a comunicação, a difusão da informação e até mesmo as formas de se resolver as tarefas do dia a dia. De fazer compras a investir, praticamente tudo ficou mais fácil. Assim como já é possível realizar transações bancárias sem sair de casa, o investidor também pode administrar seus investimentos somente por meio de plataformas online integradas à Bovespa por meio do chamado home broker. Antes restritos aos mercados de ações e opções, atualmente esses sistemas também permitem a operação de fundos de investimento, títulos públicos e contratos futuros. Praticidade e taxas de corretagem geralmente mais baixas são os grandes trunfos do home broker.
É verdade que outras formas de comunicação não deixaram de existir na troca de informações entre corretoras e investidores. Além das conversas para aconselhamento, o telefone vira salvação em momentos em que falhas de conexão na internet poderiam causar prejuízos ao investidor. Na hora de escolher um home broker, portanto, o melhor é tentar aliar bom preço a estabilidade do sistema, oferta ampla de informação e fácil acesso a analistas de carne e osso.

Operar via home broker está se tornando cada vez mais comum entre os pequenos investidores, principalmente os mais jovens. A maior parte dos mais de 500.000 brasileiros que possuem contas em corretoras tem entre 20 e 40 anos de idade. Para quem já está se acostumando a resolver tudo pela internet, trata-se um canal realmente muito prático. A abertura de conta é menos burocrática e o investidor pode acompanhar, no mesmo ambiente virtual, a sua carteira, as cotações, notícias e análises sobre o mercado. Também é possível programar ordens de compra e venda, até mesmo fora do horário do pregão, e receber a confirmação da ordem executada com maior rapidez.
A popularização da plataforma está fazendo sua participação crescer bastante nos últimos anos. Em 2009, o número de negócios fechados via home broker na Bovespa foi 45% maior que no ano anterior e hoje representa cerca de 30% do total de negócios; já o volume negociado cresceu 43,5% em relação a 2008, passando de 1,3 bilhão para 1,9 bilhão de reais ao dia. Embora o home broker seja hoje a principal porta de entrada do investidor no mercado de ações, sua praticidade não deve iludir o iniciante. Essas plataformas são indicadas para quem gosta de ser o timoneiro e, por isso, pretende se dedicar a conhecer o mercado financeiro e a entender sua dinâmica. Caso você não tenha tempo nem conhecimento, o melhor é entrar em um fundo de ações e deixar que um gestor profissional tome decisões em seu lugar.

Como escolher seu home broker

A escolha de um bom home broker passa pela combinação de estabilidade do sistema, bom atendimento e preço. A pré-condição essencial é que a corretora seja cadastrada na bolsa, o que é possível verificar por meio da base de dados do site da BM&FBovespa. Esta é, inclusive, uma das garantias de que o sistema será seguro, uma vez que a própria BM&FBovespa faz auditoria periódica nos home brokers das corretoras. Atualmente, 67 das 82 corretoras cadastradas oferecem o serviço.

Outro fator importante é ter um sistema rápido de atualização e que não saia do ar constantemente. É claro que o simples fato de ser online torna a plataforma suscetível às oscilações da internet, mas é aconselhável buscar a corretora com o home broker mais rápido e estável possível. Por causa de alguns segundos, muita gente deixa de realizar um bom negócio. Quedas de conexão e atrasos nas atualizações de posições estão, aliás, entre as principais reclamações de usuários. Em 2009, 20% das queixas ao mecanismo de ressarcimento de prejuízos da Bovespa diziam respeito a problemas com o home broker, e a maior parte das denúncias se relacionava à instabilidade e à lentidão dos sistemas.

Em fóruns na web e sites como o Reclame Aqui também não são raros os relatos de pessoas que perderam oportunidades de negócio por conta de erros no sistema e sites fora do ar. "O home broker foi uma modalidade que cresceu demais e parece não estar comportando tantos usuários. A lentidão do sistema não é tão grave para o investidor de médio e longo prazo, mas é um problema para quem opera volatilidade", avalia Paulo Di Blasi, professor de finanças do IBMEC-RJ.

É, em parte, por causa desses eventuais problemas de conexão que um bom atendimento é essencial. Caso o cliente não consiga realizar uma operação devido a problemas no home broker, as corretoras em geral oferecem a possibilidade de concluí-la por telefone, cobrando ou não a mesma taxa de corretagem da operação virtual. Mas o contato humano deve ir além desse suporte: a possibilidade de conversar com especialistas é um diferencial. Acesso a análises, pesquisas e notícias é importante, mas o pequeno investidor pode precisar de auxílio para interpretar os dados menos inteligíveis. "Não pode faltar o ser humano. Às vezes, só com a máquina não se tem a real percepção do mercado", avalia o professor de finanças da Brazilian Business School, Ricardo Torres.

Para o professor, um atendimento de maior proximidade entre corretora e investidor é o melhor caminho. "Algumas corretoras não dão tanta atenção aos pequenos investidores. As menores e as não associadas a bancos costumam ter uma visão mais aguçada a respeito desse tipo de cliente, sabem que ele precisa conversar e costumam disponibilizar os profissionais", explica Torres.

Entretanto, mau atendimento também está entre os principais motivos de queixas de usuários de home broker. Em fóruns de discussão na internet, investidores revelam que em certas corretoras é muito difícil falar com alguém por telefone, em especial quando o home broker está com problemas. Somando-se isso a quedas no sistema, lentidão, falta de ferramentas na plataforma e até operações feitas sem autorização do cliente, as corretoras dos grandes bancos de varejo - que costumam atender a uma quantidade maior de pequenos investidores - são as campeãs de reclamações.

Mas a tendência das corretoras hoje em dia é dispor de analistas para conversas online, por telefone ou mesmo presencialmente. Além disso, algumas investem também na formação do investidor, oferecendo cursos presenciais e à distância sobre o mercado financeiro. O professor Ricardo Torres lista ainda outros requisitos importantes: "A corretora também deve oferecer a possibilidade de se fazer operações de menor porte, disponibilizar informações constantes sobre a real posição do cliente e atualizá-la assim que for executada a operação na bolsa."
Por Julia Wiltgen

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Confira 10 motivos para investir em fundos imobiliários

SÃO PAULO – O investimento em imóveis sempre foi considerado uma espécie de “porto seguro” pelos brasileiros, justamente pelo fato deste ser um bem real, que, em caso de grandes crises econômicas, não corre o risco de “virar pó”.
Entretanto, comprar imóveis com objetivo de investir esbarra em alguns entraves, como o processo burocrático de compra e venda do bem, além dos altos custos. Com os fundos imobiliários, grandes imóveis, de diversos tipos (residenciais, industriais e comerciais), ficaram mais acessíveis para o pequeno investidor.
E esta, na visão de especialistas, é apenas uma das vantagens deste tipo de aplicação. Confira, então, 10 motivos para investir em fundos imobiliários:
1 - Acesso a empreendimentos de qualidade O consultor de investimentos e criador do site “Fundo Imobiliário”, Sérgio Belleza, ressalta que os fundos imobiliários reúnem diversos investidores que, juntos, representam um volume de investimento significativo. Isso possibilita que eles adquiram participações - ou mesmo imóveis inteiros -antes inacessíveis a investidores individuais.
2 - Isenção de IR De acordo com Belleza, um dos principais pontos favoráveis para o investimento em fundos imobiliário é a isenção de IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos. Ele ressalta, entretanto, que é preciso seguir as seguintes condições:
O cotista beneficiado tem de ter menos do que 10% das cotas do fundo;
O fundo tem de ter, no mínimo, 50 cotistas;
As cotas do fundo têm de ser negociadas exclusivamente em Bolsa ou mercado de balcão organizado.
Entretanto, no caso de ganho de capital com a venda de cotas, a tributação é feita normalmente, à alíquota de 20%.
3 - Acesso a inquilinos ou atividades de primeira linha Outra vantagem para o investidor é o fato de os inquilinos serem, muitas vezes, grandes empresas, de renome no mercado – uma garantia a mais de que não haverá inadimplência no pagamento do aluguel.
“Os fundos imobiliários brasileiros são proprietários de grandes shopping centers (ex.: Shopping Higienópolis, Dom Pedro, ABC Plaza, etc.), empreendimentos dentre os melhores do país no setor varejista, além de possuírem imóveis locados a inquilinos de excelente qualidade, caso, por exemplo, da Petrobras, no Fundo Torre Almirante, ou do Banco do Brasil, no BB Progressivo”, diz Belleza.
4 - Praticidade A praticidade é outro ponto que pesa a favor dos fundos imobiliários. “Para se vender um imóvel, por menor que seja, há necessidade de obter uma série de certidões, anuência do cônjuge, além de custos caros de corretagem, cartório, num processo moroso e caro”, aponta Belleza.
Já as cotas dos Fundos Imobiliários que são alvo dos investidores pessoa física são negociadas na Bovespa. “A negociação é rápida (uma vez fechado negócio, o vendedor recebe seu dinheiro em D+3, ou seja, no 3º dia útil após o dia da venda) e sem qualquer burocracia, desde que as cotas estejam depositadas junto à corretora de valores que representa o vendedor”, diz Belleza.
5 - Diversificação do portfólio de imóveis A diversificação do portfólio de imóveis também é um ponto que pesa a favor dos fundos imobiliários, na opinião do diretor-geral no Brasil da gestora de fundos imobiliários Selecta, José Macedo. “Comprando cotas de um fundo imobiliário, o investidor consegue ter acesso a uma carteira de ativos que individualmente seria muito difícil adquirir - escritórios em regiões centrais da cidade, galpões em locais importantes, participação em shoppings centers”, aponta.
6 - Taxa de juros em queda Com a tendência de queda da Selic (taxa básica de juro), o executivo da Selecta aponta que os fundos de investimentos imobiliários se tornam uma boa oportunidade para os investidores, já que a rentabilidade proporcionada por eles não sofre impactos com esta queda. “De um modo geral, os fundos proporcionam uma renda maior do que a Selic. E, se ela diminui, a rentabilidade dos fundos não é afetada”, afirma Macedo.
7 - Acesso de investidores de qualquer porte O criador do site “Fundo Imobiliário” também lembra que esses fundos possuem cotas de valores bastante acessíveis - alguns lançamentos aceitaram investimentos iniciais a partir de R$ 1 mil. “Desde pequenos poupadores até grandes fundos de pensão ou fundos internacionais têm acesso a este mercado”, afirma Belleza.
8 - Fracionamento Caso o proprietário de um imóvel precise utilizar parte dos recursos, ele não poderá vender só uma parte do imóvel. “Com cotas de um fundo imobiliário, basta vender somente o montante necessário”, ressalta Belleza.
Por outro lado, ele lembra que o investidor que receber a renda do fundo imobiliário e não necessitar destes recursos pode comprar mais cotas deste fundo ou de outro; com imóveis, da forma tradicional, isto não é possível.
9 - Transparência O especialista também aponta que a negociação das cotas em um mercado como o da BM&FBovespa traz segurança e transparência para o investidor. Isso porque todos os agentes envolvidos têm a informação do que está ocorrendo e acesso às ofertas de compra e venda.
 
10 - Gestores profissionais De acordo com Belleza, outro ponto favorável é que você vai delegar a administração dos imóveis para gestores profissionais, com grande experiência nesse tipo de atividade. “Essa missão é desempenhada por profissionais do mercado, fiscalizados e sob a responsabilidade de uma instituição financeira administradora”, ressalta.


Fonte:     InfoMoney

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Megatendências que vão transformar o mundo

A Frost & Sullivan define as megatendências como elementos que impactam significativamente a sociedade, diferentes indústrias e empresas. Elas são chave para construir o futuro, viabilizar processos de inovação e mudar a produção e o planejamento de tecnologias. Abaixo, veja algumas das 36 megatendências que vão pautar a sociedade até 2020.

Urbanização: migração para as cidades vai impactar na mobilidade, no trabalho e nas sociedades.
Cidades e infraestruturas inteligentes: eficiência energética e eliminação de emissões de gases prejudiciais serão a premissa básica dessas iniciativas.

Geração Y: comportamento desse grupo vai influenciar desenvolvimento de produtos, tecnologia e estratégias de marketing.
Mulheres ganham espaço: cerca de 25 das 500 empresas que fazem parte da lista Fortune Global serão lideradas por mulheres. Elas terão mais decisões no desenvolvimento dos negócios.
Força da classe média: crescimento desse segmento da sociedade terá impacto em serviços e produtos e no poder de compra.
Geo-socialização: a próxima plataforma de rede social vai contar com serviços geográficos mudando a forma de interação entre as pessoas.
Novas economias emergentes: México, Argentina, Polônia, Egito, África do Sul, Turquia, Indonésia, Filipinas, Vietnã e Irã serão os motores do crescimento econômico.
Terceirização: ganhará novos destinos como América Latina e Ásia Central.
Zonas de comércio: acordos, especialmente na Ásia, África e América Latina, deverão aumentar desenvolvimento e plataformas de comércio eletrônico.
Nuvens inteligentes: deverão sanar problemas específicos, integradas à infraestrutura existente de empresas.
Satélites: cerca de 900 novos estão navegando com sistemas que comportam tecnologias como machine to machine.
Mundo virtual: vai governar o mundo na educação, saúde, negócios e relações pessoais. Avatares vão simular vida real e interagir com vida virtual.
Robôs: tecnologia robótica e inteligência artificial vão ajudar na manufatura, serviços militares, segurança e transporte.
Eletrônicos: 3D HDTV, controle de vídeo por meio da mente são exemplos de tecnologias que estarão no mercado.
Tecnologias inovadoras: as emergentes serão observadas nas áreas de nanomateriais, lasers e materiais inteligentes.
Infraestrutura, energia, água e transporte: 41 bilhões de dólares serão destinados para essas áreas, resultando em melhoria na eficiência.
Fábricas do futuro: inteligentes e verdes, elas vão operar sem intervenção humana.
Saúde: com medicamentos mais inteligentes, hospital virtual, cyber doutores, indústria passará por mudança radical.
Energia: energias renováveis e energia nuclear vão responder por mais de um terço da geração até 2020.
Mobilidade: evolução da tecnologia vai acelerar interação entre mundo físico e virtual por meio de interconexões entre dispositivos móveis, sensores e máquinas.
Por   Déborah Oliveira, da Computerworld

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A era do Administrador

Por que os Estados Unidos são o país mais bem-sucedido do mundo?   Porque são um país que resolveu o problema da miséria e da estagnação econômica, ao contrário do Brasil?   O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais. Dezenove por cento dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e portanto a que dá o tom ao resto da nação. Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo.

Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo! De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje. Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2.300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.

Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem. Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por "empresários" que aprendiam administração no tapa.

Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó. O que o aumento da participação dos administradores na gestão das empresas significará para o Brasil? Uma nova era muito promissora. Finalmente seremos administrados por profissionais, e não por amadores. Daqui para a frente, 75% das empresas não quebrarão nos primeiros quatro anos de vida, e nossos investimentos gerarão empregos, e não falências. Em 2010, teremos 2 milhões de administradores formados, e se cada um empregar vinte pessoas haverá 40 milhões de empregos novos. Será o fim da exclusão social.

Administradores nunca foram ouvidos por políticos e deputados nem concorriam a cargos públicos. Em 2010, é muito provável que teremos nosso primeiro presidente da República formado em administração. Por incrível que pareça, nunca tivemos um executivo no Executivo.

Muitos de nossos ministros e governantes aprendiam administração no próprio cargo, errando a um custo social imenso para a nação. Foi-se o tempo em que o mundo era simples e não havia necessidade de ter um curso de administração para ser um bom administrador. Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou de que, "se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia". Não quero exagerar a importância dos administradores, mas somente lembrar que eles são o elo que faltava. Ordem não gera progresso, estabilidade econômica não gera crescimento de forma espontânea, sempre há a necessidade de um catalisador. Não será uma transição fácil, pois as classes dominantes não aceitam dividir o poder que têm. Há muita gente interessada em manter essa bagunça e desorganização, como vivem denunciando Luiz Nassif, Arnaldo Jabor e José Simão. Gente que é contra supervisão, eficiência e organização. Administradores têm pouco espaço na imprensa para defender suas idéias e soluções. Em pleno século XXI, sou um dos raros administradores com uma coluna na grande imprensa brasileira, e mesmo assim mensal. Peter Drucker há quarenta anos tem uma coluna semanal em dezenas de jornais americanos, ele e mais trinta gurus da administração.

Administradores têm outra forma de encarar o mundo. Eles lutam para criar a riqueza que ainda não temos. Economistas e intelectuais lutam para distribuir a pouca riqueza que conseguimos criar, o que só tem gerado mais impostos e mais pobreza. Se esses 2 milhões de jovens administradores que vêm por aí ocuparem o espaço político que merecem, seremos finalmente um país bem administrado, com 500 anos de atraso. Desejo a todos coragem e boa sorte.

Por  Stephen Kanitz